
CASOS
Por perfil
Escola particular
Casa Fundamental · Humboldt · Everest · Santa Maria · Rio Branco
Rede de ensino e poder público
SESI/FIEMG
Empresa e canal
Little Maker
Casa Fundamental
Belo Horizonte, MG · Fundamental I e II · Parceira desde 2018
Anos de parceria
Primeira escola cliente da Fuzzy Makers, em 2018 — e parceira até hoje, construindo um currículo próprio de Design & Tecnologia.
Etapas atendidas
Componente curricular
Kits implantados
O desafio
A Casa Fundamental não queria comprar uma solução pronta. Queria construir um currículo próprio de Design & Tecnologia, do 1º ao 9º ano, e precisava de um parceiro disposto e de ferramentas versáteis, não de um fornecedor com catálogo fechado.
O que foi implantado
Uma parceria que começou em 2018 e continua. Formação continuada dos professores, construção conjunta do currículo, ideação dos projetos, e a criação de um clube de altas habilidades dentro da escola.
Os kits entraram no currículo de Design & Tecnologia do Fundamental I e II, inclusive em projetos aplicados à agrofloresta da própria escola.
O que mudou
O trabalho da escola com a agrofloresta, que envolveu o desenvolvimento de um sistema de irrigação automatizado, foi publicado nos anais da Constructionism Conference 2025, em Zurique. É a conferência internacional dedicada ao construcionismo, a mesma base teórica sobre a qual o método Fuzzy foi construído.
Foi a primeira escola cliente da Fuzzy Makers, em 2018, e segue parceira oito anos depois.
Publicado em conferência internacional
Agroforestry in the School – The Perfect Classroom
Constructionism Conference Proceedings, vol. 8, 2025, p. 165-172
Maria Carolina Mariano, Ligia Ribeiro e Marina Mariano · Casa Fundamental
A maquete do sistema de irrigação, montada em sala antes de o projeto ir para o canteiro.
Foto 1 de 5: Maquete de agrofloresta numa bandeja de terra, com mudas de papel crepom verde; à frente, um suporte de palitos de sorvete segurando uma fileira de módulos Fuzzy ligados a uma mangueira fina.
Colégio Humboldt
São Paulo, SP · 7º ano · Projeto interdisciplinar de teatro e tecnologia
Painel de LED em cena
LEDs controlados por micro:bit e programados pelos próprios alunos para acompanhar, ao vivo, a peça de teatro sobre as Olimpíadas.
Ano escolar
Controle
Aplicação
O desafio
O 7º ano preparava uma peça de teatro sobre as Olimpíadas e queria um cenário que nenhum kit resolve: um telão capaz de exibir imagens durante a apresentação, acompanhando o que acontecia no palco.
Não existia projeto pronto para isso. Em lugar nenhum.
O que foi implantado
Um painel de 3.200 LEDs controlado por micro:bit, programado pelos próprios alunos com apoio técnico da equipe Fuzzy.
Os alunos controlaram as fitas de LED determinando o estado de cada pixel para compor as imagens usando a comunicação via rádio dos micro:bits. Eles exibiram os anéis olímpicos, a bandeira do Brasil e o ano em que cada esporte apresentado na peça entrou para as Olimpíadas.
O que mudou
Programar 3.200 pontos de luz para formar uma imagem exige entender matrizes e vetores, endereçamento, coordenada e estado. São conceitos que costumam aparecer no currículo como abstração e que ali tinham consequência imediata e visível no palco.
É também a demonstração mais direta do que as ferramentas permitem quando não há manual: o objetivo veio dos alunos, e a tecnologia serviu ao projeto de teatro, e não o contrário.
“A equipe da Fuzzy nos ajuda a adaptar os projetos ao nosso currículo e à BNCC.”
Marcelo Milani · Coordenador de Tecnologia Educacional · Colégio Humboldt
Painel de 3.200 LEDs controlado por micro:bit exibindo os anéis olímpicos durante a peça do 7º ano. Colégio Humboldt, São Paulo.
SESI / FIEMG
Minas Gerais · Fundamental I e II · Oficinas para redes municipais
Oficinas para o Fundamental I
Oficinas desenvolvidas pelo SESI com as ferramentas Fuzzy como base — e mais 128 em desenvolvimento para o Fundamental II.
Oficinas para o Fundamental II
Alcance
Modelo
O desafio
O SESI já tinha a proposta pedagógica que queria levar às prefeituras. O que faltava era uma base material que servisse a ela.
Adotar uma solução fechada significaria substituir a própria proposta pela de um fornecedor. E uma operação que atende municípios de portes muito diferentes não pode depender de insumo comprado pela escola, de professor especialista ou de equipamento sem reposição.
02
O que foi implantado
As ferramentas da Fuzzy Makers entraram como base, e não como método. O SESI desenvolveu 160 oficinas próprias para o Fundamental I, reunidas em material didático fornecido aos parceiros da rede, e trabalha atualmente em outras 128 para o Fundamental II.
03
O que mudou
O SESI passou a ter uma solução de robótica autoral, com identidade e sequência próprias, funcionando em escolas municipais de realidades muito distintas.
É a demonstração em maior escala de algo que se repete nesta página: as ferramentas Fuzzy servem de base para que a instituição construa a própria metodologia, em vez de adotar a de um fornecedor.
“A experiência com a FuzzyMakers tem sido muito positiva, principalmente porque seus kits foram desenvolvidos para o ambiente escolar, facilitando o trabalho com os estudantes. As conexões entre os componentes são simples e seguras, e o sistema de encaixe evita ligações incorretas que poderiam danificar ou até mesmo queimar os equipamentos. A variedade de componentes, como sensores, motores, entre outros, permite explorar, na prática, diversos conceitos de eletrônica. Além disso, o kit pode ser utilizado com micro:bit e placa de controle, possibilitando o trabalho com programação, automação e pensamento computacional. Outro aspecto muito interessante é a possibilidade de combinar peças estruturais e não estruturais, ampliando as oportunidades de aprendizagem.”
Brenno Guedes - conteudista SESI/FIEMG
O material didático que o SESI desenvolveu sobre as ferramentas Fuzzy — um caderno por ano do Fundamental I.
Foto 1 de 3: Arte de divulgação do SESI, em fundo azul, escrita “Oficinas de Robótica maker — Disponível”, mostrando três capas de cadernos para 3º, 4º e 5º ano, cada um com 16 a 20 oficinas.
Colégio Internacional Everest
Brasília, DF · Fundamental I · Parceiro desde 2020
Professoras e auxiliares formadas
Toda a equipe do Fundamental I formada ao longo de três anos — a tecnologia nas mãos das professoras, não de um especialista.
Etapa atendida
Disciplinas envolvidas
Kits implantados
01
O desafio
Em uma escola internacional, o tempo de aula é disputado por currículo nacional, currículo bilíngue e programas próprios. Abrir mais uma disciplina de robótica não era viável, e nem era o que a escola queria.
O que foi implantado
Formação de aproximadamente 50 professoras e auxiliares do Fundamental I, ao longo de três anos.
Os kits não entraram como matéria nova. Entraram como ferramenta das aulas que já existiam: Ciências em língua inglesa, Geografia, Língua Portuguesa e História.
O que mudou
A tecnologia deixou de depender de um professor especialista e passou a estar nas mãos de cinquenta profissionais da própria escola. É o que faz o programa sobreviver a férias, troca de turma e saída de professor.
É também o caso que melhor demonstra a proposta interdisciplinar dos Fuzzy Bits: o mesmo material sustentando quatro componentes curriculares diferentes.
Camilla Martins · Coordenadora Pedagógica · Colégio Internacional Everest
DO EVEREST PARA BOSTON
Isabella Carelli · Professora de Ciências em língua inglesa no Colégio Internacional Everest, hoje na rede pública de Framingham, Massachusetts
Os projetos que desenvolveu com os Fuzzy Bits integraram o portfólio que a levou à escola americana.
A maquete coletiva do Fundamental I, montada por várias turmas.
Foto 1 de 7: Estudantes de uniforme vermelho, de máscara, em volta da mesa com a maquete da cidade. Ao fundo, um arco verde com as letras recortadas “Fuzzy Makers”.
Colégio Santa Maria
São Paulo, SP · Atividades extracurriculares · Parceiro desde 2022
Visitantes no evento
Público da primeira edição da Fuzzy Robotics League, sediada pelo colégio, com 64 equipes e mais de 300 alunos competindo.
Alunos na 1ª FRL
Equipes
Uso regular
O desafio
A escola já usava os Fuzzy Bits nas atividades extracurriculares havia anos. Faltava algo que desse ao trabalho dos alunos um destino visível fora da sala.
O que foi implantado
Além do uso regular dos kits, o Santa Maria sediou a primeira edição da Fuzzy Robotics League.
O que mudou
64 equipes, mais de 300 alunos competindo e mais de mil visitantes no evento. O trabalho que acontecia dentro da sala passou a ter público, data marcada e resultado.
A primeira edição da Fuzzy Robotics League, sediada pelo colégio.
Foto 1 de 8: Vista do alto do ginásio durante a competição, com estudantes reunidos em volta de várias arenas montadas no chão e público circulando.
Colégio Rio Branco
São Paulo, SP · Parceiro desde 2024
Do catálogo Fuzzy em uso
Todos os módulos produzidos pela Fuzzy em uso, incluindo componentes ainda não lançados, como ferramenta de prototipagem rápida.
Perfil da equipe
Turmas atendidas
Kits implantados
O desafio
Aqui o problema não era falta de repertório. Os professores do Rio Branco já dominavam outras ferramentas de robótica e eletrônica. O gargalo era o tempo: montar um protótipo consumia a aula inteira, e o conceito que deveria ser discutido ficava para depois.
O que foi implantado
O colégio adota 100% dos módulos produzidos pela Fuzzy, incluindo componentes que ainda não integram nenhum kit padronizado.
O que mudou
Os kits passaram a ser usados como ferramenta de prototipagem rápida. O aluno chega ao funcionamento em menos tempo e sobra aula para o que importa em cada faixa etária: o conceito, não a montagem.
Chassi montado em minutos — o kit como ferramenta de prototipagem rápida.
Foto 1 de 6: Carrinho de quatro rodas sobre uma base branca, com módulos Fuzzy enfileirados e cabo branco, na bancada de madeira do laboratório.
Corrida dos carrinhos feitos de papelão e Fuzzy Bits, montados na aula.
Casa inteligente: painéis solares em suporte de palitos e uma jardineira instrumentada, tudo acionado pelos Fuzzy Bits.
Little Maker
Campinas, SP · Desenvolvimento de produto sob medida
Kits exclusivos sob medida
Fuzzy Little e Fuzzy Little+, com 30 e 60 módulos, desenvolvidos sob medida para sustentar a metodologia própria da escola.
Módulos por kit
Aplicação
Níveis atendidos
Resultado
3º lugar na OBR 2026, com escola atendida pela Little Maker
O desafio
A Little Maker tem método próprio de aprendizagem criativa e precisava de uma base material que servisse a ele, e não de um kit com sequência pedagógica fechada que competisse com o que a empresa já havia construído.
O que foi implantado
Dois kits desenvolvidos sob medida, o Fuzzy Little e o Fuzzy Little+, com 30 e 60 módulos. Eles não seguem a sequência de projetos da Fuzzy: entram como repertório de componentes para a criação autoral dos alunos dentro do método da Little Maker.
O que mudou
A Little Maker passou a ter um material próprio, com componentes que ninguém mais tem, sustentando a própria metodologia. E a Fuzzy demonstrou que a engenharia de produto atende desenvolvimento sob medida, não apenas catálogo.
Em 2026, uma escola atendida pela Little Maker levou o terceiro lugar na Olimpíada Brasileira de Robótica, com apoio técnico da equipe Fuzzy à equipe durante a preparação. Foi a primeira participação da escola na competição.
Resultado
3º lugar na OBR 2026, com escola atendida pela Little Maker
Postagem sobre o projeto
Dragão de papel com asas articuladas, movidas pelos Fuzzy Bits.































