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Sofrer bullying: como saber se meu filho passa por esse problema?

sofrer bullying

Quando vemos alguma notícia sobre tiroteio em escola, agressão aos funcionários ou casos de suicídio, sempre julgamos de primeiro momento, não é verdade? No entanto, já paramos para analisar que sofrer bullying pode gerar algo assim?

De maneira geral, o bullying significa o ato violento, seja moral, seja físico, contra uma pessoa que não consegue se defender. Costuma surgir na escola por questões a respeito da cor da pele, aparência do corpo, classe social, jeito de agir e diversos outros pontos que podem causar vários traumas.

O respeito precisa ser um dos pilares de uma instituição de ensino, mas nem sempre isso acontece. Neste texto, apresentaremos possíveis sinais de bullying para você se precaver e ajudar seus filhos. Confira!

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Mudanças constantes de comportamento

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Lidar com outras pessoas pode ser um desafio e tanto durante a vida, mas isso começa a surtir grande efeito na época escolar, pois o ambiente costuma ser hostil em determinadas circunstâncias. Dizem os mais velhos que a escola acaba moldando o caráter das crianças e dos adolescentes, mas o bullying não seria um preço muito caro a pagar por essa mudança na personalidade?

Se você identificar que o seu filho apresenta uma certa irritabilidade, isso pode ser um sinal forte de que os colegas estão agindo de forma violenta e, com isso, gerando um efeito cascata. Inclusive, quando somos xingados, perseguidos e humilhados na escola, fica difícil ter o que se chama hoje de empoderamento infantil, pois a tendência é apresentar baixa autoestima e desprezar a própria identidade.

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Dificuldades para dormir

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Sabe aquelas noites em que os filhos ficam de um lado para o outro com insônia, acordam assustados com algum pesadelo ou fazem xixi na cama com certa constância? Esses aspectos podem estar ligados com o ato de sofrer bullying e merecem a consideração dos pais para evitar problemas maiores no futuro.

Geralmente, quando somos colocados à prova em relação a algo, instintivamente apresentamos dois comportamentos: lutar ou fugir. Na infância, por não termos a maturidade para compreender certas situações, torna-se natural que muitas crianças não queiram encarar a realidade, fazendo com que essa tensão influencie no organismo e atrapalhe o descanso do corpo.

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Queda no rendimento escolar

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Por mais que os professores se esforcem, busquem se aprimorar com novos métodos de ensino e queiram inovar na sala de aula, se algum aluno estiver passando por problemas de bullying, ficará difícil estimular o desenvolvimento cognitivo dele. Quando a criança começa a apresentar desculpas para faltar e tem uma queda brusca no desempenho das matérias, é melhor ficar alerta quanto a isso.

Conviver em um local onde você não tem a certeza se conseguirá estudar em paz, infelizmente, afeta bastante o rendimento, pois o medo do próximo ataque, das piadas soltas na aula e de possíveis agressões fazem com que o raciocínio fique mais lento. É preciso verificar os motivos pelos quais o jovem não tem se interessado pela matéria e buscar soluções que sirvam não só para aumentar as notas, mas para prezar pela sua segurança.

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Roupas e pertences danificados

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Outro fator muito comum que ocorre com crianças e adolescentes é voltar para casa com as roupas ou itens da mochila danificados, seja um pequeno rasgo, seja algo mais grave que revele hematomas. Esse é um indicador de que o bullying na verdade partiu para o lado extremo, em que o jovem se vê introspectivo e impotente à ação de seus agressores.

Quando a violência sai do rumo da ofensa e parte para a ação física, é bem provável que fatores como preconceito, egoísmo, inveja, intolerância e outros aspectos nocivos estejam alastrados na escola. Perceber esse sinal é de extrema importância.

Portanto, entenda que o relacionamento com os filhos precisa ser próximo e o diálogo deve existir sempre, porque isso contribui não apenas com o desenvolvimento durante a vida, mas também para minimizar a chance de sofrer bullying.

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O tema de hoje desperta uma reflexão que precisamos levar adiante, mas é preciso considerar vários fatores para diminuir situações do tipo. Aproveitando que está por aqui, leia como a relação família-escola pode transformar a educação do seu filho.