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6 métodos de ensino não convencionais para estimular novas habilidades

Conheça agora mesmo novos métodos de ensino para estimular a criatividade dos alunos.

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A educação vem sofrendo diversas transformações positivas ao longo dos últimos anos. Os métodos de ensino tradicionais estão dando espaço a novas metodologias inovadoras de ensinar o conteúdo aos alunos.

Essas mudanças trouxerem benefícios não somente para os alunos, mas também para os educadores, que conseguem estimular a criatividade e o interesse dos estudantes. Existem diversos métodos de ensino e as escolas devem estudar quais deles são mais adequados para sua instituição.

Neste post, vamos citar alguns desses métodos e explicar como podem ajudar no processo de ensino-aprendizagem. Confira!

1. Construtivista

Essa é uma metodologia de ensino baseada na obra de um psicólogo suíço chamado Jean Piaget. O construtivismo defende a ideia de que cada indivíduo deve ser responsável pela construção de seu conhecimento, e não o professor. Isso não significa que a figura docente deve ser abolida, mas que tem o papel de apenas orientar os alunos e não dar respostas prontas.

No método construtivista, o educador deve orientar os alunos a buscarem o aprendizado de forma autônoma, pois as pessoas são diferentes e, por isso, cada uma aprende de uma forma, em seu próprio tempo.

Escolas que adotam esse modelo de ensino fazem muito trabalho em grupo e os estudantes são incentivados a interagirem entre eles. Além disso, as crianças são submetidas a diversas situações nas quais devem resolver os problemas em questão. O objetivo é tornar cidadãos criativos, com senso crítico e capazes de inventar coisas novas.

2. Montessori

Esse é outro método de ensino que defende a autonomia dos alunos no processo de ensino-aprendizagem. Segundo sua desenvolvedora, Maria Montessori, a escola deve respeitar o tempo de desenvolvimento da criança e do jovem.

No método Montessori, o professor deve auxiliar as crianças a se tornarem adultos confiantes, independentes e criativos. A classe é composta por estudantes de idades diferentes, a fim de estimular a troca de experiência entre eles e, como no método construtivista, há muitas atividades em grupo.

Na sala de aula, são utilizados métodos alternativos de ensino, como jogos e outros materiais pedagógicos, que servem para facilitar o entendimento dos alunos em relação ao conteúdo.

3. Construcionismo

Com uma filosofia parecida com o construtivismo, o construcionismo também parte da premissa de que a criança deve ser responsável por produzir seu próprio conhecimento de forma ativa, a partir das interações com o mundo que a cerca.

O construcionismo foi criado por Seymour Papert, baseado nas ideias de Piaget, criador do construtivismo. Papert defende que a escola deve oferecer o mínimo de ensino e incentivar a criança a buscar conhecimento de forma autônoma, ou seja, a escola deve fornecer meios para que o estudante seja capaz de aprender por conta própria e não ser a responsável por transmitir todo o conhecimento necessário para sua formação intelectual.

Em sua concepção, a escola deve servir como suporte para que a criança tenha onde se apoiar na busca por conhecimento. O construcionismo apoia o uso da tecnologia como ferramenta de ensino, inclusive, propõe que os estudantes aprendam linguagens de programação, pois esse tipo de conhecimento permite que eles construam soluções inteligentes para questões cotidianas.

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4. Freiriano

Esse método foi desenvolvido pelo pedagogo Paulo Freire, por isso recebeu esse nome. As escolas que educam seus alunos baseadas nessa metodologia têm o objetivo de educar respeitando as condições socioculturais de cada indivíduo e desenvolver nos alunos o senso crítico.

No método freiriano de educar e formar cidadãos livres, capazes de fazer questionamentos e transformar a sociedade na qual vivemos, o professor tem um papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem, pois ele deve escutar os alunos e entender suas realidades.

Além disso, o educador deve incentivar os alunos a confiarem em si mesmos para produzirem conhecimento. Geralmente, as escolas que adotam esse método de ensino não aplicam provas, mas, em algumas, os testes podem existir.

5. Pikler

Esse método de ensino foi desenvolvido pelo pediatra Emmi Pikler, no intuito de aprimorar a educação de crianças com até 3 anos de idade. O objetivo da técnica é estimular o desenvolvimento por meio de atividades que incentivem a independência da criança desde cedo. A grande vantagem desse método é que as práticas adotadas na escola podem ser realizadas pelos próprios pais.

Nessa metodologia, a criança deve ter liberdade para se movimentar, a fim de conhecer os limites de seu próprio corpo e sua capacidade motora. O objetivo é fazer com que os bebês, tenham autonomia para descobrir o ambiente e interagir com outras crianças.

No mais, o foco é estabelecer uma relação de confiança entre a criança e pessoas adultas. Quando cuida da criança, o adulto deve explicar para ela o que está sendo feito e até pedir para que ela participe. Isso é uma forma de estimular o bebê a se desenvolver e conhecer melhor o ambiente no qual vive.

6. Democrático

Como o próprio nome diz, escolas que adotam esse método de ensino prezam pela liberdade de escolha dos alunos. Então, eles podem decidir de quais atividades querem participar, de acordo com o que gostam. Por exemplo: se um aluno quer aprender sobre reprodução humana, mais necessariamente sobre como funciona a fertilização in vitro, por ele pode sugerir ao professor.

Uma escola democrática não obriga os alunos a assistirem todas as aulas, obedecendo a um cronograma da instituição. Também não há provas ou reprovação, pois o que importa é a participação dos alunos na sala de aula.

Esses são alguns dos métodos de ensino não convencionais que uma escola pode adotar para melhorar a qualidade do ensino. Claro que há outras metodologias e, se você tem interesse em colocar seu filho em uma instituição que utilize técnicas alternativas de ensino, deve procurar conhecer mais sobre elas e analisar o perfil de seu filho para saber qual delas é melhor para ele.

Agora que você já conhece alguns métodos de ensino interessantes, está na hora de descobrir como o uso de videogames na sala de aula pode contribuir com o desenvolvimento intelectual e social de seu filho!


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